 | Que bom te ver com saúde!!! | Jul 1, 2005 |
A realidade é uma alucinação provocada pela ausência de poesia!
 |  | Jornal | Apr 19, 2010 |
 Pessoas, vou participar com um trabalho, quem estiver no Rio e aparecer será um prazer!!! O espaço é um sobrado belíssimo de 2 andares, no térreo tem um bar com um menu variadíssimo de cervejas nacionais e importadas.... more
  | Fotos | Apr 23, 2010 |
SALVE JORGE! 1 Photo, 2 comments
Lua e biguás ontem pela manhã 1 Photo, 4 comments
Aquí da janela..,. 4 Photos, 4 comments
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  | Vídeo | Nov 12, 2009 |
  | Guestbook | |
 | Edu Que o seu Natal não seja sómente um dia, mas 365 dias... E que a estrela que guiou os Reis Magos para o caminho de Belém guie você também nos caminhos de sua vida. FELIZ NATAL e UM EXCELENTE 2010. Bjs Liney |
 | ah! ...tinha te visitado ontem, entrei muda e sai calada e vc me viu...
podemos ser amigos, que acha?
bijok
malmal |
 | Seja bem vinda e apareça prá matar as saudades sempre que quiser! |
 | Adorei passear pelos teus albuns e poder matar um pouquinho as saudades dessa CIDADE MARAVILHOSA !!
Valeu :-) |
 | Quem és? Perguntei ao desejo. Respondeu: lava. Depois pó. Depois nada.
Hilda Hilst
I Porque há desejo em mim, é tudo cintilância. Antes, o cotidiano era um pensar alturas Buscando Aquele Outro decantado Surdo à minha humana ladradura. Visgo e suor, pois nunca se faziam. Hoje, de carne e osso, laborioso, lascivo Tomas-me o corpo. E que descanso me dás Depois das lidas. Sonhei penhascos Quando havia o jardim aqui ao lado. Pensei subidas onde não havia rastros. Extasiada, fodo contigo Ao invés de ganir diante do Nada.
II
Ver-te. Tocar-te. Que fulgor de máscaras. Que desenhos e rictus na tua cara Como os frisos veementes dos tapetes antigos. Que sombrio te tornas se repito O sinuoso caminho que persigo: um desejo Sem dono, um adorar-te vívido mas livre. E que escura me faço se abocanhas de mim Palavras e resíduos. Me vêm fomes Agonias de grandes espessuras, embaçadas luas Facas, tempestade. Ver-te. Tocar-te. Cordura. Crueldade.
III
Colada à tua boca a minha desordem. O meu vasto querer. O incompossível se fazendo ordem. Colada à tua boca, mas descomedida Árdua Construtor de ilusões examino-te sôfrega Como se fosses morrer colado à minha boca. Como se fosse nascer E tu fosses o dia magnânimo Eu te sorvo extremada à luz do amanhecer.
IV
Se eu disser que vi um pássaro Sobre o teu sexo, deverias crer? E se não for verdade, em nada mudará o Universo. Se eu disser que o desejo é Eternidade Porque o instante arde interminável Deverias crer? E se não for verdade Tantos o disseram que talvez possa ser. No desejo nos vêm sofomanias, adornos Impudência, pejo. E agora digo que há um pássaro Voando sobre o Tejo. Por que não posso Pontilhar de inocência e poesia Ossos, sangue, carne, o agora E tudo isso em nós que se fará disforme?
Existe a noite, e existe o breu. Noite é o velado coração de Deus Esse que por pudor não mais procuro. Breu é quando tu te afastas ou dizes Que viajas, e um sol de gelo Petrifica-me a cara e desobriga-me De fidelidade e de conjura. O desejo Esse da carne, a mim não me faz medo. Assim como me veio, também não me avassala. Sabes por quê? Lutei com Aquele. E dele também não fui lacaia.
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  | Reviews | Sep 19, 2006 |
 Dos gardenias para ti con ellas quiero decir te quiero, te adoro, mi vida. Ponles toda tu atencion porque son tu corazon y el mio. Dos gardenias para ti que tendran todo el calor de un beso de esos que te di y que jamas encontraras en... more
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